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VELOZES E FURIOSOS – DESAFIO EM TÓQUIO
(The Fast and the Furious – Tokyo Drift) EUA, 2006
Dirigido por Justin Lin
Com Lucas Black, Bow Wow, Brian Tee, Natalie Kelly
Ação teen de corridas de carro
Sinopse: No terceiro longa da franquia, Sean vai morar com o pai militar linha-dura em Tóquio para evitar que seja preso. Lá, ele descobre o submundo japonês das corridas drift de carro, que misturam altas velocidades a derrapagens perigosas.
Fique por dentro: Mais de 100 carros foram completamente destruídos em choques durante as filmagens.
Críticas:
O Globo "Nem é animada ou divertida. É chata"
Veja São Paulo “Cenas turbinadas de ação em história para lá de manjada”
Jornal do Brasil "Apenas um filme ruim"
Washington Post “Uma obra-prima da mediocridade”
New York Times “Como os outros dois filmes da franquia, consiste em rompantes machistas e destruição de carros”
Los Angeles Times “Um prazer proibido que diverte aqueles que não estão a fim de nada muito profundo”
Variety “Acelera a maior parte do tempo com seqüências alucinantes de corridas e tira proveito do cenário japonês”
Rolling Stone “A franquia ficou sem combustível no meio do caminho”
Hollywood Reporter “É mais como dar uma volta do que ver um filme”
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CAFÉ DA MANHÃ EM PLUTÃO
(Breakfast on Pluto) Reino Unido, 2005
Dirigido por Neil Jordan
Com Cillian Murphy, Liam Neeson, Stephen Rea.
Comédia dramática gay
Sinopse: Nos anos 70, um jovem homossexual deixa sua pequena cidade natal na Irlanda rumo a Londres, onde acaba se tornando uma prostituta travesti.
Fique por dentro: Murphy foi indicado ao Globo de Ouro pela atuação como o transexual Patrick, que existiu na vida real e é o autor do livro que inspirou o filme.
Críticas:
O Globo "O público em geral vai achar tudo um tanto bizarro"
Folha de S.Paulo "Alia bizarrices, cultura pop e relacionamentos de forma luminosa"
Veja São Paulo “Embora feita de passagens amargas, denota compromisso com o alto-astral”
Jornal do Brasil "Muito bom. Porém a fita engasga no miolo, sem rumo"
New York Times “Uma das melhores atuações do ano”
San Francisco Chronicle “Ambicioso e infinitamente intrigante”
Rolling Stone “Murphy é um ator imperdível, mesmo de salto alto”
Premiere “Divertido, poético, chocante, triste e honestamente emocionante”
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Contexto histórico
FAVELA RISING
(idem) EUA/Brasil, 2005
Dirigido por Jeff Zimbalist e Matt Mochary
Documentário gringo sobre o Brasil
Sinopse: O longa acompanha Anderson Sá, líder do AfroReggae e ex-traficante que largou o crime para se dedicar à música e ao trabalho social na favela.
Fique por dentro: O longa se beneficia do elemento inesperado quando Anderson sofre um acidente que quase o deixa tetraplégico – e tudo é registrado.
Críticas:
O Globo "Politicamente correto sem sem xiita ou chato"
O Estado de S. Paulo "A arte contra a barbárie, conforme se vê neste filme emocionante"
Veja São Paulo “História edificante, prolongada em apresentações musicais sem muita empolgação”
Jornal do Brasil "Tem o mérito de concentrar imagens fortes e amarrá-las com refinado acabamento estético"
Criticos.com.br “Afirma sua singularidade ao estabelecer um paralelo filosófico entre o coletivo e o indivíduo”
Los Angeles Times “Uma história fantástica em diversos níveis”
Variety “O público fica com o sentimento de que a música pode ser usada para curar problemas sociais”
Hollywood Reporter “Ousado e emocionante”
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AfroReggae
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O SOL – CAMINHANDO CONTRA O VENTO
(idem) Brasil, 2005
Dirigido por Tetê Moraes
Documentário sociológico
Sinopse: Conta a história do jornal alternativo de esquerda “O Sol”, porta-voz da chamada geração 68 que terminou com o A-I 5.
Fique por dentro: O documentário reúne a antiga equipe do jornal, de que faziam parte, além da própria diretora, nomes como Ziraldo, Gilberto Braga, Zuenir Ventura, Carlos Heitor Cony e outros.
Críticas:
O Globo "Se limita à troca de saudades"
Veja São Paulo “Embora predomine um delicioso espírito nostálgico, falta à fita mais consistência documental”
O Estado de S.Paulo "Um encontro barulhento e animado"
Folha de S.Paulo "Passa a impressão de que os entrevistados estão se divertindo. O mesmo não poderá ser dito sobre os espectadores"
Jornal do Brasil "Não empresta ao espectador intimidade com o jornal"
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Comunidade no Orkut
Entrevista com Tetê Moraes
UM CRAQUE CHAMADO DIVINO
(idem) Brasil, 2006
Dirigido por Penna Filho
Documentário futebolístico
Sinopse: A história do jogador de futebol Ademir da Guia, mais conhecido como Divino, o maior craque da história do Palmeiras.
Fique por dentro: Além de imagens de gols antológicos e entrevistas com o jogador, hoje com 64 anos, o diretor reúne depoimentos de jornalistas esportivos, como Juca Kfouri e José Trajano.
Críticas:
Folha de S. Paulo "Com um tom reverenciador, o longa é sobretudo para fãs do esporte"
O Estado de S.Paulo “Convence o mais incrédulo dos corintianos que Ademir foi mesmo um dos grandes craques de todos os tempos”
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Palmeiras na rede
O ARCO
(The Bow) Coréia do Sul, 2005
Dirigido por Kim Ki-Duk
Com Jeon Sung-hwan, Han Yeo-reum
Drama cult
Sinopse: Um velho de 60 anos vive com uma garota de 16 em um barco flutuante. Ele espera que ela complete 17 anos para que eles possam se casar, mas a menina é seduzida por um pescador.
Fique por dentro: Como no filme anterior do cineasta, “Casa Vazia”, a heroína fica muda durante todo o longa.
Críticas:
Folha de S. Paulo "Perde a força por excesso de poesia"
O Estado de S. Paulo "É um belo filme"
Veja São Paulo “A beleza e o lirismo se fazem presente”
Jornal do Brasil "Beleza sem conteúdo"
Variety “Um retrato poético do amor”
Hollywood Reporter “O diretor mistura a narrativa baseada em alegorias com técnicas do cinema mudo”
Figaro “Tem uma poesia rara”
Veja mais:
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“Casa Vazia”
Tudo sobre Kim Ki-Duk
SOB O EFEITO DA ÁGUA
(Little Fish) Austrália, 2005
Dirigido por Rowan Woods
Com Cate Blanchett, Sam Neil, Hugo Weaving
Drama urbano
Sinopse: Num bairro da periferia de Sidney, uma gerente de videolocadora tenta refazer a vida e escapar de seu passado de junkie e de suas ligações ao tráfico de drogas.
Fique por dentro: O filme é quase totalmente australiano – locações, diretor, produtores, elenco (incluindo Cate Blanchett), locações e trilha sonora.
Críticas:
O Estado de S.Paulo "Rowan Woods mostra boa mão ao dirigir personagens"
O Globo "Todos os moralismos que costumam cercar os filmes sobre dependência química fazem fila aqui"
Veja São Paulo “Blanchett prova que é uma das melhores da geração”
Jornal do Brasil "Apesar das opções estilosas da direção, o que segura a fita mesmo são as performances"
New York Times “Blanchett está completamente imersa na personagem”
Variety “Marca o forte retorno do diretor”
Hollywood Reporter “Um filme de raros poder e convicção”
Entertainment Weekly “O elenco é ótimo, mas a revelação fica por conta do diretor”
Veja mais:
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Trilha sonora
Ouça entrevista com o diretor
Bate-papo com Blanchett
BOLÍVIA – HISTÓRIA DE UMA CRISE
(Our Brand is Crisis) EUA, 2005
Dirigido por Rachel Boynton
Documentário político
Sinopse: O filme acompanha uma equipe de consultores políticos norte-americanos em viagem à Bolívia para auxiliar na campanha eleitoral de Gonzalo Sanchez de Lozada para presidente.
Fique por dentro: Negociante boliviano criado nos EUA, Lozada foi presidente da Bolívia entre 1993 e 1997. Em 2002, quando o documentário foi filmado, ele voltou a se candidatar e derrotou Evo Morales.
Críticas:
O Globo "Seria imperdível em qualquer época. Nesses tempos de eleições, ele simplesmente obrigatório"
O Estado de S.Paulo "Tem interesse em qualquer tempo, mas sobretudo num ano eleitoral"
New York Times “Vai surpreender até o espectador mais informado”
Washington Post “Viciados em política vão amar esse filme”
Boston Globe “Uma experiência provocativa”
Premiere “Um olhar fascinante sobre o marketing político americano”
Village Voice “Consegue manter o suspense”
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Entrevista com a diretora
INTERVALO CLANDESTINO
(idem) Brasil, 2006
Dirigido por Eryk Rocha
Documentário estilo o povo fala
Sinopse: O filme registra a atmosfera de uma grande cidade brasileira em época de campanha eleitoral por meio de depoimentos e impressões de pessoas comuns.
Fique por dentro: Eryk Rocha é filho do maior nome do Cinema Novo, Glauber Rocha.
Críticas:
O Globo "Atualíssimo"
Folha de S.Paulo “Um olhar que provoca”
Folha de S.Paulo "A tentativa de quebrar a monotonia visual dos documentários é louvável"
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Assista a entrevista com Eryk Rocha
Tempo Glauber